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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Alunos terão carteirinha da PUC-SP


Fonte: Jornal PUC Acontece, 23/06. http://www.pucsp.br/imprensa/boletim
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No último dia 21/6, a PUC-SP iniciou a entrega de carteirinha de identificação a estudantes. Os alunos estão sendo convocados por e-mail para retirarem o documento. O setor responsável pela distribuição é a Secretaria de Administração Escolar (SAE). O objetivo de fornecer a carteirinha é o de facilitar ao aluno sua identificação como estudante da PUC-SP e proporcionar eventuais descontos em estabelecimentos de diversão e eventos culturais, esportivos e de lazer.
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Nota do CACS:
Sabemos também que a concretização das carterinhas puquianas tem como principal objetivo a implementação das catracas na Universidade(política antiga do próprio Reitor Dirceu de Mello).
Com isso além de acabar com o carater aberto de integração comunitária que ainda existe na PUC é a definitiva expulsão dos estudantes inadimplentes das salas de aula.
Novamente, nem a Reitoria e nem a Fundação São Paulo consultaram os estudantes, professores e funcionários para tomarem tal decisão. NÃO iremos cair neste discurso que as carteirinhas são para conseguirmos descontos! MENTIRA!
É mais uma política consciente da Reitoria e da Fundação São Paulo para elitizar e mercantilizar nossa universidade.
Não ficaremos quietos!

Grupo novo no país se alia à PUC para comprar prédio histórico em SP

Fonte: Folha de São Paulo
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Um grupo de investimentos desconhecido, chamado WWI Group (World Wide Investements), está por trás do negócio em que a PUC-SP ficaria com parte das instalações do hospital Umberto Primo, na região da avenida Paulista. A informação é de Mario Cesar Carvalho publicada na edição desta quarta-feira da Folha.
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Ainda de acordo com o texto, a intenção do WWI é construir uma torre comercial e um hotel de superluxo junto ao imóvel tombado pelo patrimônio histórico. Peritos no mercado imobiliário estimam que o prédio possa valer até R$ 270 milhões. Já a PUC pagaria um aluguel mensal de R$ 700 mil pelo prédio.
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O WWI é desconhecido no mercado brasileiro, mas foi fundado em 14 de outubro de 2009, com um capital de R$ 1 mil. Tem um escritório em São Paulo, na rua Iguatemi, e outro em Brasília. Uma das versões que circula na Fundação São Paulo é que o WWI representaria interesses de investidores dos Emirados Árabes.
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