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sexta-feira, 21 de maio de 2010

CONFIRMADO! ATO DOS ESTUDANTES, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS!

Depois de muita discussão envolvendo os problemas existentes em nossa Universidade iremos construir um ATO dos ESTUDANTES, PROFESSORES E FUNCIONÁRIOS da PUC!
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Um ato que passará por toda a universidade onde o objetivo é unir forças e exigir:
- Redução das mensalidades,
- Bolsas de estudos da PUC para quem precisa,
- O fim à perseguição aos estudantes inadimplentes e sua imediata rematricula,
- O pagamento dos salários atrasados dos professores,
- A incorporação de tod@s @s funcionários tercerizados e melhorias nas suas condições de trabalho,
- Bicicletário na PUC
- Fim dos 2 TCC's na História
- Licenciatura nas Sociais! Sem destruir a grade curricular!
- A PUC JÁ PAGOU INÚMERAS VEZES O MONTANTE DESTA DÍVIDA! NÃO AO PAGAMENTO ETERNO DOS JUROS!
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AQUI ESTA PRESENTE O MOVIMENTO ESTUDANTIL!
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COMPAREÇA! VOCÊ TAMBÉM FAZ PARTE DESSA COMUNIDADE!
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QUINTA-FEIRA (27/05)
CONCENTRAÇÃO: 18H30, EM FRENTE AO CACS
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VAMOS MOSTRAR DE QUEM É A PUC-SP

terça-feira, 3 de novembro de 2009

ATO-DEBATE NA PUC - 05/11 - QUINTA - 18h30 - EM FRENTE A REITORIA!

Há 3 anos, a PUC-SP demitiu cerca de 30% do seu quadro de funcionários! Os estudantes e professores já temiam uma queda na qualidade de ensino devido à Reitoria e Fundação São Paulo (Igreja) priorizarem a geração de lucros para o pagamento da enorme dívida da Universidade!
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O problema é que em 2006 a dívida era de 107 milhões de reais e agora ultrapassa os 300 milhões de reais, ou seja, mesmo com o enorme crescimento das mensalidades, com a drástica redução das bolsas de estudos e com a intolerância pela permanência dos inadimplentes dentro das salas de aula, houve um crescimento de mais de 280% da dívida da PUC-SP.
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Mas os estudantes não deixaram isso barato. Em 2007, ocuparam a reitoria contra o projeto de reforma universitária que estava sendo implementado em todo país e que beneficiava ainda mais o ensino voltado ao mercado e retirava a pouca autonomia que tínhamos na universidade, dando cada vez mais poder à Fundação São Paulo (Igreja). Eles tiveram que chamar a tropa de choque para aprovarem o Redesenho Institucional.
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Agora em 2009, vimos na USP uma greve dos trabalhadores e estudantes que questionavam as condições de trabalho e a qualidade do Ensino, onde conseguiram barrar a imediata implementação da UNIVESP (Ensino à Distância na USP).
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Hoje, na PUC-SP, a Igreja decide sobre quase todas as questões da universidade através do CONSAD (Conselho Administrativo), composto por reitoria e dois padres. Sabemos exatamente qual é o objetivo da Fundação São Paulo e da Reitoria e novamente os estudantes não vão assistir a tudo isso calados! Nos cursos do CACS a discussão não é outra: A qualidade das nossas aulas já não são as mesmas, os professores não conseguem pesquisar, a Igreja autoriza ou não nossas pesquisas! O próprio CACS foi perseguido pela denúncia do Reitor Dirceu de Mello à Polícia, criminalizando injustamente um estudante da Gestão.
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É visível a indignação e a reorganização dos estudantes. As reuniões do Conselho de Centros Acadêmicos estão cada vez mais participativas. O debate pelo Boicote ao ENADE e agora o ato-debate pela democratização da PUC são exemplos vivos de que o movimento retoma sua dinâmica e irá barrar juntos todos esses ataques vindos do governo federal, reitoria e Fundasp.
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Já estamos construindo um PLEBISCITO da PUC-SP que avaliará a vontade dos estudantes sobre as questões que mais nos angustiam! Esse Plebiscito acontecerá no final de novembro e tem o objetivo de levar o debate dos acontecimentos da universidade pra dentro da sala de aula e mostrar a verdadeira vontade dos estudantes da nossa universidade!
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Fique ligado, procure seu Centro Acadêmico, cada um de nós é imprescindível para a construção de uma nova universidade!
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C A C S P U C – S P – Gestão Te Convido a LUTAR!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Manifestação em solidariedade ao povo de Honduras será 2 de outubro no vão do Masp em São Paulo


fonte: conlutas.org.br
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Será dia 02, sexta-feira, no vão do MASP na Paulista com concentração à partir das 17h
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O golpe militar em Honduras tem que ser derrotado nas ruas de Honduras e de todo
o mundo. Nos últimos dias os golpistas não deixaram nenhuma dúvida aos trabalhadores e aos povos do mundo ao mostrar sua verdadeira face fascista: toque de recolher, estado de sitio, prisões, repressão brutal com centenas de feridos e assassinatos. As imagens de estádios sendo usados como “prisões” para as centenas de detenções realizadas de maneira arbitrária e violenta trazem na memória as imagens do golpe de Pinochet no Chile e as prisões e execuções no Estádio Nacional tão simbólicas das ditaduras de nosso continente.
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Entretanto, as manifestações e a resistência do povo hondurenho para derrotar o golpe continuam heróicas e fortes. As organizações sindicais, populares e políticas brasileiras fazem um chamado a construirmos um amplo movimento de solidariedade ao povo de Honduras. Realizaremos todos nossos esforços de mobilização e apoio político e material para a luta organizada a partir da Frente Nacional de Resistência Contra o Golpe de Honduras que luta por: fim da repressão e reestabelecimento das liberdades democráticas, recondução do presidente eleito Manoel Zelaya ao governo, punição aos golpistas e convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte.
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Repudiamos qualquer tentativa de acordo feito nos gabinetes que vise livrar os golpistas de qualquer punição e negar o direito ao povo hondurenho de decidir livremente sobre seu destino em uma Assembléia Nacional Constituinte. Nos colocamos na defesa da Embaixada do Brasil contra qualquer ataque ao presidente eleito Manoel Zelaya, aos ativistas e aos dirigentes que o acompanham bem como
contra qualquer funcionário da embaixada.
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Para isso estaremos organizando :
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1- Manifestação em São Paulo, no dia 2 de outubro, no vão do MASP, na Avenida.Paulista; concentração à partir das 17h;
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2- Uma delegação unitária das organizações brasileiras para levar o nosso
apoio e a nossa solidariedade, nos próximos dias, ao povo hondurenho;
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3- Uma campanha de arrecadação de recursos para o apoio à resistência
organizada pela Frente Nacional de Resistência Contra o Golpe de Estado.